sexta-feira, 4 de agosto de 2023

Façam filmes bons

 Façam filmes bons 

Por Gibran Teske

"Mas digo sinceramente
Na vida, a coisa mais feia
É gente que vive chorando de barriga cheia"

Eu botei os versos da música Maneiras nessa crônica inédita que estou escrevendo nesse blog porque os pseudo intelectuais e políticos de esquerda estão chorando de barriga cheia. O motivo desse mimimi todo que essa turma dramática está fazendo é que tiraram o longa nacional Perdida que foi protagonizado pela Giovanna Grigio de cartaz logo de cara por conta do filme da Barbie que estreou no dia 20 julho 

E eles ficaram satisfeitos com isso? Respondendo de forma curta e grossa: Não

Desde o dia 20 de julho eles começaram a reclamar nas redes sociais que desde 2019 Hollywood está roubando salas de cinema e horários dos filmes brasileiros até que decidiram exigir o retorno da famigerada Cota de tela que não foi renovada em 2021 tanto que 
hoje dia 4 de agosto o Senado Federal apresentou o Projeto Cota Tela do senador Randolfe Rodrigues com relatoria do Humberto Costa que é uma cota de tela que obriga as redes de cinema, emissoras de tv e streaming exibirem filmes nacionais para alavancar o cinema brasileiro até 2043

Vocês querem alavancar o cinema brasileiro como caros pseudo intelectuais e políticos de esquerda? Com drama militante lento e arrastado que parece uma novela da Globo? Com comédia da Larissa Manoela, da Maísa ou adaptação de um livro da Thalita Rebouças? Com comédia que parece uma esquete de um humoristico do Multishow ou do extinto Zorra Total? Não. O público está cansado de ver filmes tristes que retratam a realidade ou comédia do Leandro Hassum que é a mesma coisa que ele fazia quando era humorista da Rede Globo. Eu assisti os dois O Candidato Honesto e percebi isso. O espectador quer é que o cinema brasileiro faça um filme bom que tenha entretenimento de verdade onde ele pode assistir de forma espontânea como o Cidade de Deus, a trilogia Minha Mãe é uma Peça, os filmes antigos dos Trapalhões, os filmes do Mazzaropi. Vocês ficam falando apenas do De Pernas pro Ar 3, mas esqueceram que em dezembro de 2019 o Paulo Gustavo pegou todos de surpresa com o Minha Mãe é uma Peça 3 que sendo uma comédia simples derrotou com a maior facilidade o filme que encerrou a saga principal da maior franquia cinematográfica de todos os tempos. E outra coisa caros pseudo intelectuais e políticos de esquerda o Vingadores Ultimato seria um sucesso de bilheteria com ou sem o De Pernas pro Ar 3 disputando bilhteria com ele porque assim como o filme da Barbie ele foi muito aguardado e sem contar que era a conclusão da saga do infinito do MCU. 

Portanto pra finalizar essa crônica: Façam filmes bons, pois o público não quer programação da Globo disfarçada de filme enfiada goela abaixo como querem fazer com essa cota de tela e sim quer um filme que faça ele ir ao cinema de forma espontânea. O espectador quer é assistir filme do Capitão 7, filme da boneca Susi, quer assistir um terror farofa que rende entretenimento como o A Freira ou o Sexta-Feira 13

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

crônica de carnaval

 


"
Ó lhó lhó lhó lhó

Sou manezinho mas não sou nenhum bocó
Ó lhó lhó lhó lho
È É tas tolo, dás um banho oh mocoró..."



O título já entrega o conteúdo da crônica.

Sim essa crônica que estou escrevendo é uma crônica sobre carnaval já que mês que vem o feriado que todo mundo ama e odeia está chegando. Eu amo carnaval desde criança não pelos bailes infantis que eu frequentava na infância, mas sim pelo carnaval de rua aquele antigo que tinha 
banda com sousafone, bombardino, trombone, clarinete, saxofone, trompete, percussão. Por isso eu vou ser bem sincero: ainda bem que aqui no Brasil temos a Banda de Ipanema, o Cordão do Bola Preta, a Orquestra Voadora, a Fanfarra da Ponte,  o Berbigão do Boca,  o Sou + Eu que ainda mantém o verdadeiro carnaval de rua firme e forte

Já falei numa crônica antiga sobre esse tema e vou repetir: Carnaval gera emprego e querendo ou não mesmo com uns espíritos de porco querendo estragar a festa de quem quer curtir traz benefícios pras cidades. A propósito você não gosta de carnaval também contribuindo financeiramente indo aos hotéis fazenda para fugir do carnaval, afinal as pessoas que fazem parte da escola de samba preparando o desfile dependem do carnaval, aquelas pessoas que cuidam do som dependem do carnaval, o motorista de trio elétrico depende do carnaval, bares e lanchonetes dependem do carnaval, o vendedor ambulante depende do carnaval, os hotéis dependem do carnaval, os artistas famosos dependem do carnaval. Não fique menosprezando e desdenhando desse feriado facultativo, pois tem pessoas que dependem do carnaval pra ter o sustento deles e pagarem as contas. Eu sei que junto com esse feriado vem as velhas reclamações algumas delas que é caso dos lugares estarem com mau cheiro e lixo na rua eu até concordo, mas pedir para não ter carnaval só porque uma pessoa não gosta aí sou contra que fique bem claro: Não gosta de carnaval? Tudo bem respeito isso, mas não prejudiquem quem gosta Mas que coisa nova que eu vou falar sobre o carnaval nessa crônica nova aqui desse blog de crônicas sendo que todo o meu posicionamento sobre esse feriado tão importante da humanidade está na crônica antiga que escrevi no Cinema Trônico? As fanfarras do neofanfarrismo que estão espalhadas pelo Brasil todo estão salvando o carnaval de rua e isso que é bacana além disso agora também tem os blocos infantis. Pra encerrar essa crônica vou ser bem sincero novamente: Sinto falta do tempo em que o bloco dos sujos era mais tradicional com blocos que tinham banda com sousafone, bombardino, trombone de pisto, trombone de vara, clarinete, saxofone, trompete, percussão dando volta a praça tocando bem animada as tradicionais marchinhas de carnaval. Isso faz muita falta

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

O Lula não é o Luke Skywalker

 O Lula não é o Luke Skywalker


Por Gibran Teske


Antes de começar essa crônica nova que decidi escrever, quero dizer uma coisa: Peço desculpa aos meus amigos e as minhas amigas que votam no PT pelo que irei colocar aqui. Respeito vocês e também respeito o voto de vocês, mas o que vou escrever aqui nessa crônica sobre o Lula é apenas a minha opinião pessoal coisa que mostro apenas nesses textos já que vocês que me conhecem a bastante tempo sabem que desde o final dos anos 90 (quando votei pela primeira vez) não voto e nunca vou votar no PT assim como também não concordo com aquilo que o PT prega desde 1980 e também não concordo com esse modo petista de governar como está fazendo atualmente no nordeste e como fez quando estava no Governo Federal de 2003 a 2016. Bom vou tentar tomar cuidado com as coisas que irei colocar na crônica.


Bom quero começar a minha crônica nova com uma das várias frases motivacionais do Capitão Jack Sparrow que foi muito bem interpretado pelo ator Johnny Deep no filme Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra dirigido pelo diretor Gore Verbinski. Por estarmos na véspera do dia mais importante para toda a população brasileiro eu escolhi essa frase do Jack Sparrow dita ao Will Turner pra abir a minha crônica porque tem haver com o assunto que irei abordar e também fala sobre honestidade. "Eu sou desonesto e nos desonestos pode sempre confiar na desonestidade, honestamente são os honestos que devem ser vigiados, pois não se sabe quando eles vão fazer uma coisa estúpida". Eu concordo com essa frase que o Jack Sparrow disse no filme Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola, pois realmente existem pessoas honestas, porém são ingênuas e infelizmente isso faz elas caírem facilmente na lábia dos desonestos que foi o que aconteceu com o Will Turner no longa e também é o que acontece muito aqui no Brasil quando chega as eleições aqui no Brasil onde o político desonesto como o Renan Calheiros por exemplo usa a lábia para as pessoas honestas e humildes caírem. E o que isso que acabei de escrever tem haver com o título dessa crônica nova? A resposta está na trilogia prequel da saga Star Wars. 

Agora vem o momento que terei que tomar cuidado com o que vou escrever nessa crônica. 

Continuando com a crônica: A resposta desse questionamento sobre honestidade que coloquei acima como havia escrito está na trilogia prequel da franquia Star War. No primeiro turno eu estava no twitter até vi algumas celebridades americanas apoiando Lula e então eis que vejo o Mark Hammill comparando o Lula com o Luke Skywalker, mas vou sincero: Não concordo com essa comparação que o Mark Hammil fez no twitter porque o Luke Skywalker realmente não tem nada haver com o Lula, pois o Luke Skywalker é uma pessoa honesta tanto que no Retorno de Jedi ele recusa ser corrompido e com isso consegue fazer o Darth Vader voltar a ser o Anakin assim como no Os Ultimos Jedi da trilogia nova que se encerrou em 2019 ele reconheceu o próprio erro que cometeu com o Ben Solo/Kylo Renn e decidiu se sacrificar. Alguma vez foi noticiado que o Lula recusou se corromper, pediu desculpas pelos erros nos dois mandatos ou sacrificou a própria candidatura percebendo que vai perder as eleições? Não. Portanto o personagem dessa saga maravilhosa que se encaixa melhor com a personalidade do Lula principalmente fora das câmeras é o Sheev Palpatine/Darth Sidious

E vou explicar essa comparação que fiz pra entenderem melhor o título dessa minha crônica que é curta: Na trilogia prequel o Palpatine era um senador (que depois virou chanceler no O Ataque dos Clones) que assim como acontece no Brasil posava de político honesto no Senado Intergalactico em seu discurso para se tornar chanceler ele disse que amava a democracia e a República, mas na verdade ele era um Lord Sith corrupto que corrompeu o Anakin ou seja o Lula é assim na vida real e não adianta negar. Nos debates podemos ver claramente que o Lula não reconhece os próprios erros, é narcisista, e só fica atacando o adversário ao invés de mostrar as propostas. Isso não é ser uma pessoa honesta. Portanto vou concluir a minha crônica dizendo: O Lula não é o Luke Skywalker

terça-feira, 19 de julho de 2022

Não queria fazer crônica polêmica, mas estou fazendo

 Não queria fazer crônica polêmica, mas estou fazendo 😁

Por Gibran Teske

Enfim hoje decidi mostrar o meu lado jornalista e aproveitar para tirar a poeira do meu blog de crônicas que desde 2021 estava parado, pois aqui é o lugar em que eu posso expressar a minha própria opinião sobre determinado assunto que acontece por aí, antes falava sobre política, mas parei depois que eu vi que estava fazendo campanha indireta para partidos corruptos que enfiaram o Brasil num mar de lama.

Bom é por isso que hoje eu decidi escrever essa crônica nova aqui neste humilde blog, mas ela é uma crônica polêmica e eu não queria fazer justamente por esse motivo: É uma crônica narrativo-descritiva polêmica ou seja eu me coloco como personagem dos meus próprios textos que escrevo 😁.

Chega de papo, vamos ao assunto:

Nas minhas andanças pela internet eu realmente vi que nas redes sociais e também nas mídias há uma exagerada mistura de militância e representatividade. Não tenho nada contra mostrarem  representatividade nos cinemas, na televisão, nos quadrinhos e nos jogos já que isso é muito importante e eu gosto dos filmes de muitos atores negros como o Eddie Murphy por exemplo, gosto das músicas do Queen,  gostei muito do Samuel L. Jackson sendo o Nick Fury e também gostei do filme dos Eternos.

Ok, mas onde entra essa exagerada mistura que eu estou me referindo? Simples ela está nas pessoas que ficam comemorando mudanças repentinas de personagens menosprezando e ofendendo quem gostava da adaptação anterior desses personagens. Um belo exemplo é o live action do desenho A Pequena Sereia vieram militantes que ficaram menosprezando e dizendo que quem não gostou da escalação da Halle Bailey para protagonizar o filme é racista. Bom vou ser sincero isso não é representatividade e sim militância exagerada. Quando saiu a notícia não gostei, mas agora eu notei uma coisa: Pode ser que a mudança funcione já que o desenho tinha cenas em que a própria Ariel canta e a Halle Bailey também é cantora o que faz todo sentido terem escolhido ela para interpretar uma personagem icônica da história da Disney. Antes de mais nada quero deixar bem claro que essa é a minha opinião.

Pra não esticar muito já que é uma crônica 😁,  vamos logo para o segundo e último exemplo de mistura exagerada de militância e representatividade que é o assunto dessa minha crônica e que envolve a série Stranger Things que é um seriado amado pelo mundo todo ambientado nos anos 80 contando a história de três garotos que conhecem uma garota misteriosa e tentam encontrar o amigo deles.

Bom essa semana eu vi uma entrevista do ator Noah Schnapp que interpreta o adolescente Will Byers que é o protagonista principal da série dizendo que o Will é gay e que ele é apaixonado pelo Mike foi então que na internet li alguns comentários como "chocou 1 total de 0  pessoas",  "estava na cara desde a primeira temporada quando a Joyce disse ao Hopper que ele é diferente dos outros meninos" como se não bastasse ficavam atacando quem é fã da série que não concordou com isso. 

Então vou colocar a minha opinião

Esse tipo de comentário que internautas fizeram sobre essa entrevista não é representatividade e sim militância exagerada sendo que o Noah Schnapp poderia estar de saco cheio dos repórteres ficarem o tempo todo perguntando a ele desde a terceira temporada se o Will é gay ou seja pra mim representatividade são as cenas da Robin que é lésbica interagindo com os personagens heteros que são bem naturais e não tem motivos para ficarem falando os saturados jargões modernos dos dias de hoje como "ele não é aceito nos padrões masculinos".  E agora vou ser bem realista: Os Duffer que são os criadores e roteiristas da Stranger Things só mudaram a sexualidade do Will na quarta temporada série por conta do vídeo polêmico do Noah Schnapp divulgado em 2020 ou seja a paixonite platônica gay do Will pelo Mike só surgiu por causa da merda que o Noah Schnapp fez. Como assim? Vou explicar: Se um ator fez merda fora dos bastidores de uma série de televisão. O que o criador da série faz quando isso acontece?  Mata o personagem. Está aí o Two and a Half Men pra comprovar isso. No caso do Will Byers da Stranger Things apenas mudaram a sexualidade dele.

Bom continuando já que essa é a minha opinião 😁: Em toda a primeira temporada da Stranger Things quando eu estava assistindo essa série em 2016 eu sempre enxerguei o Will Byers como o Peter Paker bem antes de se tornar o Homem-Aranha quando surgiu há 60 anos atrás: Um nerd tímido que gosta de ciências e quadrinhos, sofre bullying na escola, e é apaixonado pela garota mais popular da classe que não dá bola pra ele


Sim cacalhada quem for ler a origem do Homem-Aranha publicada em 1962 nos quadrinhos vai perceber isso claramente. Nos quadrinhos o Peter Parker bem antes de se tornar Homem-Aranha sofria bullying do Flash Thompson assim como o Will sofria bullying do Troy e era apaixonado pela Liz Allen que bem antes do Peter Parker se tornar Homem-Aranha esnobava ele assim como a Jennifer Hayes esnobava o Will esnobava por ser a garota mais popular da turma. A prova de que o Will Byers é o Peter Parker da Stranger Things é que o próprio Will se empolgou quando soube que a Jennifer Hayes foi no funeral fake dele

 Bom pra encerrar essa crônica depois desses dois exemplos que acabei de dar aqui vai a minha conclusão sobre esse assunto: Infelizmente o jovem de hoje é vítima do politicamente correto que deixou tudo muito chato sendo contra tudo que vimos antigamente como as piadas da Vera Verão por exemplo. É com isso que encerro a minha crônica nova.

 


quarta-feira, 7 de julho de 2021

O verdadeiro problema do cinema brasileiro

 O verdadeiro problema do cinema brasileiro

Por Gibran Teske

No twitter tem gente ainda insistindo nessa balela de desmonte, quanto drama que estão fazendo

Há 30 anos eu assisti o Inspetor Faustão e o Mallandro no saudoso Cine Ritz em Florianópolis no período que cinéfilos e a classe artística fizeram um enorme drama simplesmente porque o Collor que na época era presidente achou melhor dar uma independência maior ao cinema brasileiro dizendo que a estatal Embrafilme não era mais necessária assim criando a Lei Rouanet para incentivar novos talentos. 

Os anos passaram e aí a direita voltou ao poder com a vitória do Bolsonaro, mas em 2019 a mesma classe artística que criticou o Collor está fazendo a mesmíssima coisa com o Bolsonaro só porque ele acabou com aquele engodo chamado Ministério da Cultura que só servia para gastar dinheiro pra pagar despesas, e também com a farra feita com o dinheiro público praticado por essa classe artística

Analisando friamente sobre isso cheguei a uma conclusão: O verdadeiro problema do cinema brasileiro não é o Bolsonaro e nem o Mario Frias. É a classe artística brasileira que com as decisões do Bolsonaro em 2019 acabou revelando a sua verdadeira face além disso, ela fazia parte daquela farra com o nosso dinheiro. Ou seja a classe artística é arrogante e tem uns militantes semideuses que acham que o cinema brasileiro tem que ser só filmes feitos para agradar o ego inflado deles e jurados de festivais

Pra finalizar essa crônica curta e grossa:  Ainda bem que tem cineastas como o Roberto Santucci que sabe que o público existe


quarta-feira, 30 de junho de 2021

Parem de drama, o cinema brasileiro vai bem obrigado

Parem de drama, o cinema brasileiro vai bem obrigado

Por Gibran Teske


Os anos passaram e realmente aquele "Uma câmera na mão, e uma porcaria na cabeça" que escrevi em 2010 na primeira crônica desse humilde blog que deixei um pouco abandonado para me dedicar o Cinema Trônico continua atual e fazendo muito sentido, pois no twitter eu vi muitas asneiras de gente que obviamente são de esquerda falando "O Cinema Brasileiro está sofrendo desmonte", o "O Bolsonaro está destruindo o Cinema Brasileiro", mas o que realmente me deixou muito puto e realmente deu vontade de escrever essa crônica nova é que estão falando que o Cinema Brasileiro está morrendo. Isso mesmo, os dramáticos esquerdistas que ainda não se conformam com a derrota nas eleições de 2018 simplesmente disseram lá no twitter que o Cinema Brasileiro está morrendo

Puta que pariu, essa foi a maior besteira que já li: Citando o título da crônica o Cinema Brasileiro vai muito bem obrigado tanto que tivemos o filme Turma da Mônica - Laços, tivemos o filme Bacurau que foi para vários festivais internacionais, tivemos o filme Minha Mãe é uma Peça 3 que é o atual campeão de bilheteria do cinema nacional, a série Cidade Invisível,  a série Boca a Boca, o filme Cabras da Peste, a recente série Dom, e também a recente Manhãs de Setembro ou seja essa turma está de mimimi porque Bolsonaro apenas fechou a torneira da farra que estavam fazendo com o nosso dinheiro através do engodo chamado Ministério da Cultura (que já foi tarde). Ou seja o Ministério da Cultura simplesmente dava o dinheiro que o contribuinte ralou pra cacete para fazerem coisas absurdas como um filme sobre a metafísica do ânus por exemplo. Sim fizeram um filme brasileiro sobre metafísica do ânus. E o que tem de cultura nisso? Nada. Isso pra mim é baixaria financiada com dinheiro público. 

Aliás esse mesmo pessoal está falando que o governo Bolsonaro está fazendo desmonte. Que desmonte?  Desmonte é o cacete. A Secretaria de Cultura apenas fez um chamamento público para definir a nova gestão da Cinemateca Brasileira. Ou seja não está havendo porra de desmonte nenhum. Agora estão fazendo um enorme drama só  porque o Cine Roxy fechou as portas por falta de público. Relaxa, pessoal pode ser que uma outra empresa como a Estação NET que não só resgatou  os cinemas dela própria como também mantém os cinemas de rua da extinta rede Star compre o saudoso Cine Roxy

Pra finalizar essa crônica:  Parem com esse drama ridículo o cinema Brasileiro continua vivo, firme e forte tanto que esse ano serão lançados muitos filmes brasileiros nos cinemas como o Turma da Mônica - Lições que é continuação do Turma da Mônica - Laços 

É isso

terça-feira, 23 de setembro de 2014

O dramático fim dos cinemas de rua


O dramático fim dos cinemas de rua
Por Gibran Teske
Cine Vitória, Cine Ritz, Cine Condor, Art Palácio Copacabana, Cine Copacabana, Cine Ricamar, Cine Sâo José, Cine Carlitos. Esses foram alguns cinemas de rua que tive o orgulho e o prazer de frequentar, mas infelizmente fecharam as portas assim como todo cinema de rua brasileiro. Por isso o dramático fim deles me motivou a escrever esse artigo.
Esses cinemas de rua que citei acima alegraram pessoas de várias idades com suas matinês, porém com a chegada dos anos 90 eles fecharam as portas por motivos financeiros dos seus donos que para sobreviver a invasão dos shopping centers transformaram eles em cinema pornô (os famosos cinemões). O fechamento foi inevitável como aconteceu recentemente em São Paulo com o Cine Belas Artes (fechou porque o proprietário do imóvel queria o imóvel de volta para montar um estabelecimento comercial) e o Cine Lumiére (fechou porque o proprietário aumentou o preço do aluguel) .
É aí que eu quero fazer um questionamento:
questionamento 1: Qual é o benefício financeiro que os proprietários do imóvel têm ao querer fechar um cinema de rua só para querer transformar em loja ou igreja evangélica?
questionamento 2: Qual é o benefício financeiro que os donos dos cinemas de rua têm ao fechar as portas deles só porque o proprietário do imóvel onde o cinema de rua funcionava fracassou em tentar transformá-lo em cinema pornô ou reclamou querendo ele de volta só para querer transformar em estabelecimento comercial (como é o caso do Cine Condor no Rio de Janeiro que virou loja) ou igreja evangélica (como é o caso do Cine São José em Florianópolis)?

Eu vou dizer com sinceridade. Nenhum.
Sim. Fechar um cinema de rua só porque o proprietário do imóvel dele quer alugar para igreja evangélica, supermercado, academia, loja ou banco porque rende mais dinheiro do que transformá-lo em um cinema pornô ou concorrer com os cinemas de shopping como infelizmente aconteceu com os cinemas de rua que citei no começo do artigo não traz benefício nenhum a ambos.
O Brasil está muito carente de cinema de rua que fez parte da cultura local e nacional não me arrependo de ter ido nos cinemas que citei no começo dessa crônica foi uma honra frequentá-los e assistir filmes como "Inspetor Faustão e o Mallandro" no Cine Ritz por exemplo. E outra coisa os proprietários de imóvel onde funcionaram os cinemas de rua que citei acima não precisavam fechar as portas de suas salas de cinema por causa da concorrência com os shoppings.  Vocês caros proprietários do imóvel onde funcionou os cinemas de rua deveriam era ter preservado as salas porque o cinema de rua é patrimônio da cultura local e nacional, além de ser uma excelente opção para a população que não tem dinheiro pra pagar estacionamento do shopping e pagar caro na bilheteria do cinema do shopping

Para encerrar: Rencentemente uma boa noticia (a crônica é do ano passado) o Cine Belas Artes reabriu as portas e voltou a ativa