Não queria fazer crônica polêmica, mas estou fazendo 😁
Por Gibran Teske
Enfim hoje decidi mostrar o meu lado jornalista e aproveitar para tirar a poeira do meu blog de crônicas que desde 2021 estava parado, pois aqui é o lugar em que eu posso expressar a minha própria opinião sobre determinado assunto que acontece por aí, antes falava sobre política, mas parei depois que eu vi que estava fazendo campanha indireta para partidos corruptos que enfiaram o Brasil num mar de lama.
Bom é por isso que hoje eu decidi escrever essa crônica nova aqui neste humilde blog, mas ela é uma crônica polêmica e eu não queria fazer justamente por esse motivo: É uma crônica narrativo-descritiva polêmica ou seja eu me coloco como personagem dos meus próprios textos que escrevo 😁.
Chega de papo, vamos ao assunto:
Nas minhas andanças pela internet eu realmente vi que nas redes sociais e também nas mídias há uma exagerada mistura de militância e representatividade. Não tenho nada contra mostrarem representatividade nos cinemas, na televisão, nos quadrinhos e nos jogos já que isso é muito importante e eu gosto dos filmes de muitos atores negros como o Eddie Murphy por exemplo, gosto das músicas do Queen, gostei muito do Samuel L. Jackson sendo o Nick Fury e também gostei do filme dos Eternos.
Ok, mas onde entra essa exagerada mistura que eu estou me referindo? Simples ela está nas pessoas que ficam comemorando mudanças repentinas de personagens menosprezando e ofendendo quem gostava da adaptação anterior desses personagens. Um belo exemplo é o live action do desenho A Pequena Sereia vieram militantes que ficaram menosprezando e dizendo que quem não gostou da escalação da Halle Bailey para protagonizar o filme é racista. Bom vou ser sincero isso não é representatividade e sim militância exagerada. Quando saiu a notícia não gostei, mas agora eu notei uma coisa: Pode ser que a mudança funcione já que o desenho tinha cenas em que a própria Ariel canta e a Halle Bailey também é cantora o que faz todo sentido terem escolhido ela para interpretar uma personagem icônica da história da Disney. Antes de mais nada quero deixar bem claro que essa é a minha opinião.
Pra não esticar muito já que é uma crônica 😁, vamos logo para o segundo e último exemplo de mistura exagerada de militância e representatividade que é o assunto dessa minha crônica e que envolve a série Stranger Things que é um seriado amado pelo mundo todo ambientado nos anos 80 contando a história de três garotos que conhecem uma garota misteriosa e tentam encontrar o amigo deles.
Bom essa semana eu vi uma entrevista do ator Noah Schnapp que interpreta o adolescente Will Byers que é o protagonista principal da série dizendo que o Will é gay e que ele é apaixonado pelo Mike foi então que na internet li alguns comentários como "chocou 1 total de 0 pessoas", "estava na cara desde a primeira temporada quando a Joyce disse ao Hopper que ele é diferente dos outros meninos" como se não bastasse ficavam atacando quem é fã da série que não concordou com isso.
Então vou colocar a minha opinião
Esse tipo de comentário que internautas fizeram sobre essa entrevista não é representatividade e sim militância exagerada sendo que o Noah Schnapp poderia estar de saco cheio dos repórteres ficarem o tempo todo perguntando a ele desde a terceira temporada se o Will é gay ou seja pra mim representatividade são as cenas da Robin que é lésbica interagindo com os personagens heteros que são bem naturais e não tem motivos para ficarem falando os saturados jargões modernos dos dias de hoje como "ele não é aceito nos padrões masculinos". E agora vou ser bem realista: Os Duffer que são os criadores e roteiristas da Stranger Things só mudaram a sexualidade do Will na quarta temporada série por conta do vídeo polêmico do Noah Schnapp divulgado em 2020 ou seja a paixonite platônica gay do Will pelo Mike só surgiu por causa da merda que o Noah Schnapp fez. Como assim? Vou explicar: Se um ator fez merda fora dos bastidores de uma série de televisão. O que o criador da série faz quando isso acontece? Mata o personagem. Está aí o Two and a Half Men pra comprovar isso. No caso do Will Byers da Stranger Things apenas mudaram a sexualidade dele.
Bom continuando já que essa é a minha opinião 😁: Em toda a primeira temporada da Stranger Things quando eu estava assistindo essa série em 2016 eu sempre enxerguei o Will Byers como o Peter Paker bem antes de se tornar o Homem-Aranha quando surgiu há 60 anos atrás: Um nerd tímido que gosta de ciências e quadrinhos, sofre bullying na escola, e é apaixonado pela garota mais popular da classe que não dá bola pra ele
Sim cacalhada quem for ler a origem do Homem-Aranha publicada em 1962 nos quadrinhos vai perceber isso claramente. Nos quadrinhos o Peter Parker bem antes de se tornar Homem-Aranha sofria bullying do Flash Thompson assim como o Will sofria bullying do Troy e era apaixonado pela Liz Allen que bem antes do Peter Parker se tornar Homem-Aranha esnobava ele assim como a Jennifer Hayes esnobava o Will esnobava por ser a garota mais popular da turma. A prova de que o Will Byers é o Peter Parker da Stranger Things é que o próprio Will se empolgou quando soube que a Jennifer Hayes foi no funeral fake dele
Bom pra encerrar essa crônica depois desses dois exemplos que acabei de dar aqui vai a minha conclusão sobre esse assunto: Infelizmente o jovem de hoje é vítima do politicamente correto que deixou tudo muito chato sendo contra tudo que vimos antigamente como as piadas da Vera Verão por exemplo. É com isso que encerro a minha crônica nova.