O verdadeiro problema do cinema brasileiro
Por Gibran Teske
No twitter tem gente ainda insistindo nessa balela de desmonte, quanto drama que estão fazendo
Há 30 anos eu assisti o Inspetor Faustão e o Mallandro no saudoso Cine Ritz em Florianópolis no período que cinéfilos e a classe artística fizeram um enorme drama simplesmente porque o Collor que na época era presidente achou melhor dar uma independência maior ao cinema brasileiro dizendo que a estatal Embrafilme não era mais necessária assim criando a Lei Rouanet para incentivar novos talentos.
Os anos passaram e aí a direita voltou ao poder com a vitória do Bolsonaro, mas em 2019 a mesma classe artística que criticou o Collor está fazendo a mesmíssima coisa com o Bolsonaro só porque ele acabou com aquele engodo chamado Ministério da Cultura que só servia para gastar dinheiro pra pagar despesas, e também com a farra feita com o dinheiro público praticado por essa classe artística
Analisando friamente sobre isso cheguei a uma conclusão: O verdadeiro problema do cinema brasileiro não é o Bolsonaro e nem o Mario Frias. É a classe artística brasileira que com as decisões do Bolsonaro em 2019 acabou revelando a sua verdadeira face além disso, ela fazia parte daquela farra com o nosso dinheiro. Ou seja a classe artística é arrogante e tem uns militantes semideuses que acham que o cinema brasileiro tem que ser só filmes feitos para agradar o ego inflado deles e jurados de festivais
Pra finalizar essa crônica curta e grossa: Ainda bem que tem cineastas como o Roberto Santucci que sabe que o público existe